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Berry Granola Crunch Recipe - Swanson Health Products

Publicado  terça-feira, 6 de março de 2012

Berry Granola Crunch Recipe - Swanson Health Products

Reducción de los niveles de arsénico en arroz

Publicado  segunda-feira, 5 de março de 2012


Reducción de los niveles de arsénico en arroz

No todas las variedades de arroz responden igual a los distintos tratamientos culinarios para reducir el contenido de arsénico, según un estudio británico.

El lavado del arroz y una cocción en abundante agua, siempre y cuando ésta no llegue a evaporarse por completo, resultaban ser hasta hace poco procedimientos eficaces para la reducción de los niveles de arsénico en el arroz, según las conclusiones de varias investigaciones realizadas. Sin embargo, en estos trabajos no se han tenido en cuenta las distintas variedades de arroz. Una nueva investigación llevada a cabo por la Agencia de Seguridad Alimentaria británica (FSA, en sus siglas inglesas) ha demostrado que influyen en el resultado final, las tecnicas culinarias, el cocinado al vapor, así como la distinta naturaleza del arsénico (inorgánico y orgánico).
No todas las variedades de arroz (basmati, de grano largo, blanco e integral) responden igual a los diversos tratamientos culinarios a la hora de reducir el contenido en arsénico. La investigación británica da cuenta de que el lavado de arroz basmati reduce en un 10% el contenido de arsénico total e inorgánico, un proceso menos efectivo en otros tipos de arroces. Así, el cocinado al vapor reduce considerablemente el contenido de arsénico total e inorgánico pero no de forma constante ni en todos los tipos de arroz, mientras que la cocción con un volumen grande de agua (6 partes de agua por 1 de arroz) reduce el contenido de arsénico total e inorgánico en arroz de grano largo y basmati en un 35% y un 45%, respectivamente. Por el contrario, la cocción con baja proporción de agua (2,5:1) no eliminaba el arsénico en absoluto. En resumen según los resultados de este trabajo, para reducir el contenido de arsénico del arroz a través del cocinado, especialmente el inorgánico, resulta eficaz tanto el lavado-aclarado como la cocción en gran volumen de agua.

Fuente:http://www.consumer.es/seguridad-alimentaria
Aporte Mauro Ramírez

CAULIFLOWER “MASHED POTATOES” RECIPE

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CAULIFLOWER “MASHED POTATOES” RECIPE

All you need is a head of cauliflower, some nonfat milk/nondairy milk (I used Unsweetened Almond Breeze @ 40 calories for one cup), some garlic cloves, salt, and pepper. Optional: Laughing Cow Cheese or I can’t believe it’s not butter or Nonfat yogurt in place for the milk.
All you do is steam the cauliflower with the garlic cloves and then blend the steamed cauliflower with either the milk/nondairy milk/cheese/i can’t believe it’s not butter/yogurt WITHOUT THE GARLIC CLOVES (do NOT blend with the garlic cloves or else it will taste to spicy) and then add salt and pepper to taste. 
THIS TASTES SO SIMILAR TO ACTUAL MASHED POTATOES!

Bodybuilding.com - 2012 Arnold Sports Festival - Past Arnold Classic Coverage

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Bodybuilding.com - 2012 Arnold Sports Festival - Past Arnold Classic Coverage

frutas e verduras contêm toxinas naturais?

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frutas e verduras contêm toxinas naturais?
A presença de glicoalcalóides tóxicos de cor verde em batatas

Uma dieta saudável geralmente consiste principalmente de frutos e vegetais, no entanto, contêm pequenas quantidades de toxinas naturais, cuja função é a de proteger as plantas e criar resistência a doenças e certos tipos de insectos. Muitas vezes, os consumidores não estão cientes deste problema. Há certos passos a tomar, a fim de evitar a exposição a estas toxinas, que podem causar efeitos nocivos para a saúde humana através do consumo.

Um exemplo comum é a batata, o que pode causar queimadura, por glicoalcalóides diferentes que produzem, onde o mais comum são solanina e chaconina. Contudo, os baixos níveis destas substâncias produzem um sabor agradável para as batatas. No entanto, a exposição a níveis elevados de que estes podem causar um gosto amargo ou uma sensação de queimadura na boca, que é um sinal de um nível elevado de toxicidade para a pele da batata ou logo abaixo. Glicoalcalóides não são destruídas pelo cozimento ou fritura em óleo quente mesmo.

Os consumidores podem detectar estes compostos através de uma cor verde com batatas. A pele pode ser vermelha ou rosa tom verde camuflagem. É por isso que as pessoas devem evitar comer batatas que mostram danos, esverdeado, etc eles são parcialmente apodrecido ou surtos.

Existem algumas considerações de gestão de batata, um deles é a lavagem antes do cozimento e da casca ou cortado amplamente suas áreas verdes é importante, antes de cozinhar. Batatas verdes ou grandes áreas verdes devem ser descartadas. Se as batatas estiverem com sabor amargo ou causar uma sensação de queimação na boca, após o cozimento, não deve ser consumido.

Fonte: http://www.quali.pt/seguranca-alimentar/qualidade-microbiologica-alimentos/


RESISTANCE TRAINING FOR HYPERTENSION: Design Safe and Effective Programs Sorace, Paul M.S., RCEP, CSCS; Churilla, James R. Ph.D., MPH, RCEP, CSCS; Magyari, Peter M. Ph.D., HFS, CSCS

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SUMMARY

HTN affects millions of Americans and is a significant contributor to premature morbidity and mortality. An exercise program designed to help manage HTN should emphasize aerobic activities. However, RT can play an important role in the lifestyle management of HTN and should be a component of a comprehensive exercise program designed to address the broader health and fitness goals of people with HTN. Given the increased risks associated with RT for persons with HTN, it is prudent that the exercise professional take a conservative approach (especially initially) when implementing and monitoring a RT program for someone with controlled HTN. Recommendations presented in the article will help promote safe and effective RT programs in people with controlled HTN.
Disclosure: The authors declare no conflicts of interest and do not have any financial disclosures.
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CONDENSED VERSION AND BOTTOM LINE
HTN is a common CVD affecting more than 25% of the U.S. adult population. Lifestyle intervention plays an important role in the management and prevention of HTN. Part of the lifestyle intervention should be performing regular RT. When the proper guidelines are followed, RT performed in a submaximal manner has been shown to be safe and beneficial for persons with controlled HTN.

http://streaming.bodybuilding.com/2012-arnold-webcast/

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http://streaming.bodybuilding.com/2012-arnold-webcast/

Panquecas sem Glúten e sem Leite

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Panquecas sem Glúten e sem Leite

panqueca sem gluten doce
Deliciosa receita de panqueca, muito fácil e rápida de fazer. Pode ser feita no café da manhã (para ser comida com mel, geléia ou outro recheio), lanche da tarde, ou mesmo como prato quente, com recheios diversos (carne, queijo, palmito, frango, legumes). Feita com apenas 3 ingredientes! (amido de milho, leite de soja e 1 ovo). Não deixe de ver o vídeo no final da receita, para ver a consistência que a massa deve ter.
Rendimento -10 panquecas de 17cm de diâmetro
Por: Vera Irene Paim
Ingredientes
  • 1 ovo
  • 60grs de maizena
  • 250ml de leite de soja (1 copo)
Preparo
Bater o ovo a mão, colocar o amido de milho (ex.maizena) e misturar um pouco. Colocar aos poucos o leite misturando até que o amido esteja totalmente dissolvido.
Esquentar uma frigideira, colocar algumas gotas de óleo, passar levemente um guardanapo de papel toalha.  Despejar com uma concha a massa da panqueca, virando a frigideira para que fique bem redonda.
Fritar dos dois lados.
Esse procedimento deve ser feito com cada panqueca.
Rechear com carne moída, palmito, espinafre ou legumes refogados.
Pode também ser recheado com banana, geléia variadas, glicose de milho, mel ou simplesmente polvilhar açúcar na panqueca.
Nota: o recheio de banana é muito simples: corte bananas em fatias, na quantidade desejada. Polvilhe açúcar e canela. Leve por 1 minuto ao micro-ondas. Desligue, dê uma mexida com uma colher e deixe por mais 30 segundos. Se quiser que fique mais cremoso, coloque um pouco de água e deixe no micro por mais 1 minuto. Esse recheio fica muito saboroso. Ele pode ser feito também na frigideira.

Dieta sem glúten pode ajudar a combater as complicações da diabete

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Dieta sem glúten pode ajudar a combater as complicações da diabete

DiabeteCrianças portadoras de diabete tipo 1 tem uma maior risco de desenvolver a doença celíaca: nos casos em que a associação entre estas duas condições foi estudada, cerca de 4 a 8% das crianças diabéticas também foram dianosticadas como celíacas. A doença celíaca requer a adoção de uma dieta completamente isenta de glúten. Assim, para aquelas crianças diabéticas diagnosticadas como celíacas também se prescreve a eliminação do glúten da dieta.
Um estudo recente pelo Dr. Malalasekera e colaboradores (do Department of Endocrinology and Diabetes, Royal Children's Hospital em Melbourne, na Austrália) agora sugere que, ao mesmo tempo que a eliminação do glúten é eficaz para redução dos sintomas e complicações da doença celíaca, ela também poderia ter um efeito positivo na redução das complicações da diabete a longo-prazo.
A hiperglicemia ainda é considerada uma das causas principais dos problemas associados à diabete. Quando o excesso de glicose se deposita nas células, este forma substâncias denominadas produtos finais da glicosilação avançada (PFGAs), os quais se acumulam e podem facilitar o desenvolvimento de complicações como a insuficiência renal. A formação de PFGAs ocorre de forma acelerada nos diabéticos devido à maior disponibilidade de glicose mas, conforme os autores, os PFGAs também poderiam ser adquiridos diretamente da dieta.
Assim, o Dr. Malalasekera e seus colaboradores postularam que - dado que a dieta livre de glúten é pobre em farinhas e alimentos processados a altas temperaturas (os quais são ricos em PFGAs) - a eliminação do glúten poderia levar a níveis de PFGAs nas crianças com doença celíaca mais baixos (e melhor funcionamento renal) do que os observados nas crianças diabéticas não-celíacas.
A pesquisa então conduzida - a qual envolveu 21 crianças com diabete tipo 1 e doença celíaca e 38 crianças apenas com diabete - mostrou que aquelas crianças portadores de ambas as doenças (diabete e doença celíaca) de fato tinham níveis mais baixos de PFGAs circulando no sangue, independentemente de fatores como controles metabólicos e do manejo da diabete.
A replicação destes resultados, bem como sua confirmação em estudos envolvendo a eliminação do glúten da dieta em pacientes diabéticos não celíacos, ainda é necessária para que se possa determinar se a dieta sem glúten seria benéfica para diabéticos não celíacos. De qualquer forma, os resultados deste novo estudo sugerem que a adoção da dieta sem glúten pode ser benéfica também na redução das complicações da diabete tipo 1 em crianças diabéticas portadoras da doença celíaca.
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Agrosoft Brasil :: Empresa incubada cria programa de rastreamento de tilápias :: agronegocio - agronegocio - agricultura - pecuaria - agropecuaria ::

Publicado  domingo, 4 de março de 2012

Agrosoft Brasil :: Empresa incubada cria programa de rastreamento de tilápias :: agronegocio - agronegocio - agricultura - pecuaria - agropecuaria ::

Liga da Saúde: Colesterol e Hormônios – Qual é a relação?

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Colesterol e Hormônios – Qual é a relação?



O esquema acima fala por si: Demonstra sinteticamente quais hormônios (e como) vêm do colesterol que fabricamos (ou ingerimos) mas permitam-me alguns comentários...
- O COLESTEROL é fundamental para a composição da membrana de TODAS as células do corpo, a produção da vitamina D e a bile;
- TODOS os importantes hormônios acima DEPENDEM do colesterol para que possam ser sintetizados, já que, simplesmente, VÊM DELE:
o Pregnenolona, “hormônio-mãe”, neuroprotetor e importante promotor da boa memória
o Aldosterona, regulador da pressão sangüínea via promoção do equilíbrio entre Na e K
o Cortisol: o hormônio do “stress”, fundamental à vida
o Progesterona: Fundamental para a manutenção dos estágios iniciais da gravidez, ativa o gene anticâncer p53 e inibe a 5-alfa-redutase (enzima que converte testosterona em DHT – dihidrotestosterona)
o DHEA: hormônio com centenas de funções no organismo; uma das chaves para a longevidade com saúde
o Testosterona e estradiol: principais hormônios sexuais, sem os quais não há vida, reprodução ou diferenciação entre os sexos
- O problema NÃO é nem nunca foi o colesterol em si mas o verdadeiro excesso e “inflamação” deste (saiba mais em http://www.icaro.med.br/mito-colesterol/);
- A conversão do colesterol em pregnenolona e a produção do DHEA são exemplo de processos fisiológicos cuja ocorrência e eficácia diminui com a idade, já a partir dos 30-35 anos de idade;

Conclusão natural de tudo isto:
Reduzir o colesterol, portanto, diminui a produção de TODOS os hormônios citados, o que NÃO é interessante para ninguém e é tanto pior quanto mais “velho” for o organismo. Ou seja, vale a pena como fórmula geral para a população (como infelizmente é na atualidade)? É claro que NÃO.

Reflita e exercite seu juízo critico!
Liga da Saúde: Colesterol e Hormônios – Qual é a relação?: O esquema acima fala por si: Demonstra sinteticamente quais hormônios (e como) vêm do colesterol que fabricamos (ou ingerimos) mas permita...

Liga da Saúde: Óleo de Cártamo...

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Óleo de Cártamo...


A moda do momento. O óleo de cártamo promete ter propriedades antiinflamatórias, antioxidante, diminuir o depósito de gorduras, atenuar celulite, inibir o apetite, ajudar na redução do colesterol e ainda aumentar massa muscular. Que bom se tudo isso fose verdade. Então, vamos la...

O cártamo é considerado uma planta oleaginosa, parente do gergelim e o seu óleo que vem sendo muito utilizado, é extraido de sua semente.

O que era muito usado com alguns desses objetivos, era o CLA (ácido linoleico conjugado), porém, como não houve comprovação de sua segurança e eficácia, a ANVISA proibiu sua comercialização em 2007. Uma de suas alegações para a retirada do produto do mercado foi que, ele causa aumento do fígado. Foi ai então, que o óleo de cártamo passou a ser vendido como uma fonte natural de CLA.

O que acontece, é que o óleo de cártamo é utilizado na produção de CLA, por conter teores elevados de ômega 6 e ácido linoleico. Afirmado pela ANVISA que, o óleo de cártamo não possui CLA em sua composição.

Para que haja liberação do óleo de cártamo pela ANVISA, deve ser apresentado laudo analítico informando o teor de CLA e comprovando que este não foi adicionado, produzido ou concentrado no processamento do óleo.

Bom, vamos ao que vem sendo alegado por ai:

Este óleo auxilia na regularização do LDL (colesterol ruim) e triglicerideos, fortalecer o sistema imunológico e prevenir contra contra o aparecimento de celulites, além é claro, da redução de gordura abdominal.

Diz –se que seus compostos conseguem inibir a ação da enzima lípase lipoproteica (LPL), que atua transferindo a gordura presente na corrente sanguíena para o interior das células adiposas, causando o armazenamento da gordura corporal, ou seja, o óleo de cártamo bloquearia a ação desta enzima, obrigando o organismo a utilizar o estoque de gordura já existente como fonte de energia, gerando a queima de gordura (lipólise).

Outra alegação é que o óleo de cártamo, aumenta a produção de adiponectina, um hormônio que ajuda no controle da produção de insulina e avisa ao corpo quando utilizar a gordura como fonte primária de energia.

Bem, até o momento não existem estudos que comprovem sua eficácia no emagrecimento.

Lembro a todos que os ácidos graxos presentes neste óleo são facilmente ingeridos pela alimentação e seu consumo em excesso pode levar até mesmo a inflamação no organismo, muitas vezes sem apresentar sinais e sintomas mas que podem levar a resistência insulínica, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e até mesmo a obesidade.

Segundo a ANVISA, seu registro é de novos alimentos ou ingredientes. Não pode fazer nenhuma alegação de propriedade funcional ou para a saúde. Quer um exemplo? Que auxilia no emagrecimento, pois, não há comprovação científica.

Note que, mesmo os fabricantes alegam... “quem tem síndrome metabólica, não deve tomá-la.”

Seria mesmo uma boa opção? Eu continuo indicando o óleo de coco, leia maishttp://ligadasaude.blogspot.com/2011/05/oleo-de-coco-extra-virgem-voce-conhece.html

Não esqueça que, para obter sucesso e os resultados esperados das suplementações, é necessário seguir uma dieta balanceada e atividade física. Nenhuma suplementação fará com que você perca peso sem nenhum esforcinho.

REFERENCIAS


Liga da Saúde: Óleo de Cártamo...: A moda do momento. O óleo de cártamo promete ter propriedades antiinflamatórias, antioxidante, diminuir o depósito de gorduras, atenuar cel...

Liga da Saúde: Óleo de Coco Extra-virgem. Você conhece?

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Óleo de Coco Extra-virgem. Você conhece?



Listo aqui alguns motivos para você introduzir esse produto em sua rotina diária de vida, tenho certeza que você vai gostar, e sua saúde irá melhorar!

O óleo de coco extra-virgem é um produto 100% NATURAL de origem vegetal extraído a partir da polpa do coco fresco por processos físicos. Seu índice de acidez é no máximo até 0,5%, o que o caracteriza como um óleo extra-virgem. Contém: ácido láurico, caprílico e cáprico.

Quando submetido a altas temperaturas, o óleo de coco extra-virgem não perde suas características nutricionais, sendo considerado um óleo estável, ou seja, é SAUDAVEL para COZINHAR, não apresentando gordura trans gerada pelo processo de hidrogenação, que está presente em todos os óleos de origem vegetal, como os de soja, canola, milho e até o de oliva.

Alem de cozinhar você pode aplicar sobre a pele e cabelos, isso te proporcionará maior HIDRATAÇÃO, e como ele inibe a 5-alfa redutase, ele inibe a queda de cabelo “fica a dica para os carecas de plantão”.

Tem ação ANTIOXIDANTE, colaborando na diminuição da produção de radicais livres. Isso se deve à ação direta da vitamina E presente no óleo, que é composta por tocotrienóis e tocoferóis.

Ajuda na REDUÇÃO do LDL (colesterol ruim) e no AUMENTO do HDL (colesterol bom).

É considerada TERMOGÊNICA, por aumentar à beta-oxidação, também aumenta as enzimas de saciedade colaborando no processo de EMAGRECIMENTO. “Óleo de coco não engorda, ele é um ácido graxo de cadeia média, esse não se armazena. Mas lembra-se ele é um coadjuvante “AJUDA” a emagrecer. Não adianta fazer uso dele e comer de forma errada “não existe milagres!”.

FORTALECE o sistema imunológico, pois apresenta alta concentração de ácido láurico, o mesmo presente no leite materno, possibilitando dessa forma o combate às infecções bacterianas, virais e fúngicas. “Se você tem candidíase, corrimento vaginal ou micose use-o, vai melhorar seus sintomas”.

Auxilia na REGULAÇÃO DA FUNÇÃO INTESTINAL, ajuda a eliminar as bactérias patogênicas, protegendo e favorecendo o crescimento da “flora amiga”.

O óleo de coco extra-virgem NÃO É UM MEDICAMENTO, e sim ALIMENTO COMPLEMENTAR coadjuvante na prevenção de diversas doenças. Por isso, CONSUMA DIARIAMENTE para que o organismo obtenha uma reserva de ácidos graxos.

Liga da Saúde: Óleo de Coco Extra-virgem. Você conhece?: Listo aqui alguns motivos para você introduzir esse produto em sua rotina diária de vida, tenho certeza que você vai gostar, e sua saúde i...

Indian Chicken Satay Skewers

Publicado  quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012


Indian Chicken Satay Skewers


The Wrap That Didn't Crack

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The Wrap That Didn't Crack



tomato--basil-tuna-tortillas

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prep:

Place one tortilla wraps on a clean surface. On top of tortilla wrap, place 1 can of Tuna, 2 cups of spinach leaves and ½ cup grated cheese.

Place another tortilla wrap on top. Repeat with second tortilla wrap.

Place in heated frying pan with a little Rice Bran Oil.When brown on 1 side turn over carefully and press down.When brown on both sides remove from pan & repeat with next tortilla.

Cool slightly and slice into 8 portions. Serve with a green salad.

Ingre:

  • 2x 185gm Sealord Tuna with Tomato & Basil
  • 4 Tortilla wraps
  • 4 cups baby spinach leaves
  • 1 cup grated tasty cheese
  • Rice Bran Oil




tomato--basil-tuna-tortillas

Cogumelos com brócolos e gengibre

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Cogumelos com brócolos e gengibre


TORTILHAS SEM GLUTEN

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TORTILLAS GLUTEN FREE



RECEITA SAUDAVEL COM ATUM

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TORTILLA TUNA

Ingredientes:

300 g de batatas
1 dente de alho
2 cebolas
1/2 pimento vermelho
50 ml de azeite
3 latas de atum em óleo vegetal
8 ovos
1 colher (sopa) de manjericão picado
Sal q.b.

Confecção:

Descasque e corte as batatas em rodelas. Coza-as em água temperada de sal; retire e reserve. Descasque e pique o dente de alho. Corte as cebolas em rodelas. Lave e corte o pimento em juliana fina. Salteie o alho, a cebola e o pimento no azeite. Junte-lhes as batatas cozidas e o atum escorrido; salteie mais um pouco. Bata os ovos, tempere-os com sal e o manjericão picado. Acrescente-os às batatas e deixe cozinhar, em lume brando, virando a tortilha, para que cozinhe de ambos lados. Sirva de imediato.

RECEITA FRANGO PRATO PRINCIPAL

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RECEITA FRANGO PRATO PRINCIPAL

Tipo de receita:
 Prato Principal 

Número de doses: 2 

Tempo de Preparação: 5 Minuto(s) 

Tempo de Confecção/Cozedura: 35 Minuto(s) 

Dificuldade: Fácil


Ingredientes:

1 Frango
Sal
1 Limão
4 dentes de alho
1dl de vinho branco
Azeite
1 raminho de salsa
2 colheres (sobremesa) de molho de soja
 Preparação:

Lave e parta o frango aos bocados. Coloque-o num tabuleiro de ir ao forno, tempere com sal, o sumo do limão e os alhos esmagados com a pele. Junte o vinho branco, o azeite, o molho de soja e o raminho de salsa.
Tape o tabuleiro com uma folha de alumínio e leve ao forno aproximadamente 30 minutos. Passado esse tempo, retire a folha e deixe alourar.