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A Low-Carb Red Pepper Protein Bread Recipe (www.proteinpow.com)

Publicado  sexta-feira, 15 de junho de 2012

Credits and recipes from: www.proteinpow.com

Gluten free! high protein





come-se: Pão de batata-doce roxa

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Pão de batata-doce roxa

Não é toda hora que a gente encontra, mas de vez em quando ela aparece na feira de orgânicos do Parque da Água Branca. É chegar e sair, segundo o produtor. Comprei o último saquinho e já vim embora sonhando com a próxima fornada de pão. Mas geralmente é requisitada para doces (os de batata-doce roxa do mercado costumam levar outros corantes). Agora, se é tão linda, tão gostosa e tão nutritiva - cheia de antocianinas além de tudo, por que não plantam mais? Parece que o impedimento é o menor teor de açúcar que, no meu caso, para o pão salgado, foi até bom. De fato, seu uso na cozinha é mais restrito, pois o pigmento tende a escapar para o caldo, tingindo tudo. E quando este pigmento é combinado com ingredientes alcalinos pode ainda mudar o tom da coisa, de arroxeado para verde. Tudo isto é contornável.
A planta
Que ninguém pense que é a batata-doce seja parente das batatas. A Ipomoea batatas L. pertence à famíliaConvulvolaceae e é originária da América do Sul e América Central. No Peru, foram encontrados resíduos desta espécie em cavernas no Vale de Chilca Canyon, datadas de mais de dez mil anos. Hoje é encontrada em várias partes do mundo. No Brasil, pode ser encontrada em todas as regiões, porém, está mais presente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, na região Sul, e Pernambuco e Paraíba, na região Nordeste. Por aqui não é hábito consumirem as folhas, mas elas também podem ser preparadas como hortaliças, como acontece na China, por exemplo. Alías, deliciosas feitas como espinafre.
Digestão
Este é um dos fatores que faz com que batata doce seja considerada comida de pobre, cultivada apenas por pequenos agricultores (tanto que não é um produto de exportação, por exemplo).
Eu mesma já senti na pele ou no estômago os efeitos da má digestão, mas só por causa do exagero. No dia de matança de porco no sítio dos meus avós um grande tacho de água fervente ficava à disposição dos homens e mulheres que lidavam com o bicho. Enquanto a água não era usada, iam-se colocando ali batatas doces. Sem que nenhum adulto se desse conta do apetite voraz, a criança Neide foi cozinhando e comendo batata-doce o dia inteiro. E como camela, nada de água. Brincava um pouco, disfarçava, corria até o tacho pra conferir seu petisco e saia correndo com batata quente lhe queimando as mãos. Não almoçou, não jantou, só na batata-doce cozida bem quente, bem docinha. Na hora de dormir foi um sufoco, me lembro como ontem. Aquela massa não descia nem subia, fermentou, inchou, senti que iria morrer, até que minha avó, depois de várias tentativas, providenciou a poção certa além do dedo na garganta para que eu descomesse uma massaroca desconfortável. O bom foi que não traumatizei. No outro dia já estava boa pros torresmos. E batata-doce, sempre, mas nunca mais com exagero.
É que há na batata um inibidor de digestão que atrapalha o trabalho das enzinas digestivas tripsina e quimiotripsina, retardando o fluxo, induzindo à fermentação e à formação de gases. Deu no que deu.
Mas, em combinação com o trigo no pão, este efeito não se nota. E o pão fica lindo e gostoso, embora o sabor da batata apareça com muita discrição. Usei a mesma receita que venhousando nos últimos dias (pão de cará, pão de taro, pão de mandioca, pão de batata-doce), com modificações insignificantes - apenas em relação ao sal e ao açúcar. Aí vai ela:



Pão de batata-doce roxa
1 envelope ou 1 colher (sopa) de fermento biológico seco
3 colheres (sopa) de água
1 ovo
2 colheres (chá) de sal
2 colheres (sopa) de açúcar
1 xícara de leite morno (240 ml)
2 xícaras de polpa de batata-doce roxa (cozida com pele até ficar macia, descascada e amassada - cerca de 350 g)
600 g, aproximadamente, de farinha de trigo
40 g de manteiga sem sal
Farinha de trigo para polvilhar (opcional)
Misture o fermento com a água e deixe hidratar por uns 5 minutos. Coloque no liquidificador o fermento hidratado, o ovo, o sal, o açúcar e o leite. Bata bem e junte aos poucos a batata-doce. Bata até virar um creme grosso. Se preferir, use o mixer. Coloque numa bacia esta mistura e vá juntando farinha de trigo aos poucos, mexendo sempre com uma colher de pau. Quando ficar difícil de mexer, comece a sovar com as mãos, juntando mais farinha até conseguir uma massa lisa que não grude mais nas mãos. Junte a manteiga em pedacinhos e sove para homogeneizar a massa. Se precisar, acrescente mais farinha. A massa deve ficar lisa e brilhante. Cubra com plástico e deixe a massa crescer até dobrar de volume. Se tiver máquina de pão, pode fazer esta primeira fase no modo massa (ciclo de 1h30m) - mas hidrate o fermento e bata os ingredientes no liquidificador antes. Passe a massa para uma superfície enfarinhada e divida em 3 pedaços. Molde os pães em bola ou cilindro, coloque-os com espaço numa forma untada e enfarinhada e deixe crescer mais um pouco. Polvilhe farinha de trigo sobre os pães e faça cortes com lâmina fina. Leve ao forno pré-aquecido à temperatura alta e deixe assar por 10 minutos. Abaixe a temperatura e deixe assar por mais 50 minutos ou até que os pães fiquem fiquem dourados.
Rende: 3 pães
Nota: Se preferir, divida a massa em pãezinhos. Neste caso, deixe assar por menos tempo. Se usar batata-doce branca ou amarela, diminua ou exclua o açúcar. Se quiser fazer o pão doce, aumente o açúcar para 6 colheres (sopa) e use apenas 1 pitada de sal. Pode juntar um pouco de uvas passas e raspinhas de limão.


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Farinha de batata doce: como fazer em casa



Fiquei convencida do valor nutricional e gastronômico da farinha de batata-doce durante o Congresso de Incentivo ao Consumo de Verduras, Frutas e Legumes de 2009, em Brasília. Os pesquisadores da Embrapa Hortaliças que faz um bonito trabalho de resgate de variedades esquecidas, mais nutritivas. Com estas batatas fizeram farinha num processo de tecnologia simples e barata. Foi lá que peguei uma apostila e aprendi a fazer a farinha adaptando o que seria indicado para pequenos agricultores para processo caseiro. Embora um pouco demorado, por causa do tempo de secagem, o restante é feito facilmente se você tiver um processador, um liquidificador e peneira. A Embrapa tem material informativo a respeito, mas você também pode ver uma apostila similar aqui.
Levando em conta que 2 quilos de batatas renderam pouco mais que meio quilo, podemos dizer que, dependendo da umidade da batata, o rendimento é aproximadamente este - 25% do peso inicial. A apostila linkada também confirma que 4 quilos de batatas rendem 1 quilo de farinha. Isto quer dizer que se você usar 100 g de farinha é praticamente o mesmo que consumir 400 g de batata-doce in natura e, com exceção de alguns nutrientes que sofrem perdas com o calor e oxidação, muitos outros estarão concentrados num produto agora não-perecível. Ótima opção para aproveitar excesso de produção e garantir suprimento para a entressafra; para incrementar dietas mais pobres ou de crianças inapetentes; melhorar o valor nutricional da merenda escolar e aproveitar como farinha sem glúten para bolos, pães, pudins, mingaus, farofas, biscoitos e o que mais a imaginação soprar. Incluí em pães de trigo na proporção de 40, 30 e 20%. Com 40, ficou pesado e grudento. Com 30% cresceu menos e o miolo ficou um pouco ressecado e com 20% ficou perfeito (ok, isto eventualmente pode ser uma "quinta com pouco trigo" também) 

Então, além de poder ser usado pura em algumas preparações sem gluten, você pode incrementar todos os pratos feitos tradicionalmente com farinha de trigo.
Ao passo-a-passo


Lave as batatas, descasque-as e rale no processador ou em ralo grosso.
Pesei para ver o rendimento. Usei 2 quilos, mas, para experimentar o seu forno e conhecer a eficácia dele, comece com menos, lembrando que o rendimento é de 1/4 do peso inicial.

Espalhe em assadeiras, sem amontoar e leve ao forno em temperatura bem baixa, mais baixa que conseguir. Eu coloquei o cabo de uma colher na porta para diminuir a temperatura, que ficou entre 74 e 80 graus.
De vez em quando remexa. Até que fique tudo bem seco e solto. Se os flocos estiverem flexíveis é porque ainda não secou o suficiente. Tem que ficar durinhos com barulho de pedrinhas.
O rendimento
: 2 kg renderam 531 g de flocos secos

Bata no liquidificador aos poucos - 1 xícara de cada vez, até tudo virar pó.

Passe pela peneira fina. No final, se sobrou muitos grãos, bata mais, até rescar só um pouco, que pode ser usada para polvilhar a superfície dos pães, por exemplo.
O rendimento final: 524 gramas. Dez gramas ficaram pelo caminho. 

O sabor final não é só um pouco doce, mas deliciosa. A minha, usei quase toda para fazer pães. Aproveite a sua para panquecas, bolos e bolinhos, biscoitos etc. E depois me conte. Ou aguarde receitas aqui quando eu fizer mais farinha.
Para extrair a fécula ou o amido de batata doce, é só proceder como no caso da mandioca.
Pão de trigo, com 20% e com 10% de farinha de batata doce
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Publicado  segunda-feira, 28 de maio de 2012


Tri séries

Publicado  quinta-feira, 24 de maio de 2012


Tri séries – técnica avançada de musculação para queimar mais gordura e construir músculo


Muitos praticantes de musculação estagnaram os seus resultados porque nunca experimentaram técnicas de musculação avançadas. É verdade que podes fazer alterações na carga e/ou nas repetições, mas existem técnicas que te fazem sair da rotina e que realmente estimulam os teus músculos ao limite. É o caso das tri-séries.
O que são tri-séries?
As tri-séries consistem em realizar três exercícios seguidos sem pausa para descanso entre eles. São, portanto, uma técnica muito mais exigente do que as super séries. Um exemplo de uma tri-série é o supino plano para peito, seguido de puxada para tríceps na corda, seguido de curl de bíceps.
Benefícios das tri-séries
Se as super séries, em que realiza dois exercícios seguidos sem pausa para descanso, já são uma técnica bastante exigente e capaz de recrutar até as fibras musculares mais teimosas, imagine a intensidade de uma técnica como as tri-séries.
Com esta técnica vai conseguir um efeito pump brutal (músculos inchados devido ao refluxo sanguíneo). As fibras musculares vão ser estimuladas convenientemente e com pouco ou nenhum intervalo para descanso entre os exercícios.
Precauções na utilização de tri-séries
Nunca deve adoptar um regime de treino todo à base de tri-séries, sob pena de sobrecarregar os músculos e induzir o estado de catabolismo. Opte apenas por um exercício feito em tri-séries, durante uma ou duas semanas, e mantenha o treino tradicional para os restantes grupos musculares. No final deste período, escolha outros grupos musculares onde aplicar as tri-séries.
Também não se espante por ter de levantar cargas menos pesadas nos 2º e 3º exercícios em relação ao que conseguiria levantar caso os executasse em séries separadas. Isso é esperado, devido ao desgaste que os músculos sofrem à medida que os exercícios e as séries vão sendo realizadas. A fadiga muscular tem influência no volume de carga que é capaz de levantar.
Não se esqueça que esta técnica deve ser entendida como um choque para os músculos e não como a regra habitual. Pode utilizá-la para desenvolver as partes mais fracas do seu corpo.
Tri-séries permitem queimar mais gordura
Um estudo publicado em 2011 no The Journal of Strenght & Conditioning Research mostrou que incorporar tri-séries no plano de treino permite queimar mais gordura do que se seguirmos apenas um plano de treino tradicional.
Os investigadores dividiram 33 homens em três grupos: o grupo de controlo, o grupo que fez o treino tradicional e o grupo que incorporou as tri-séries no seu plano de treino. A sessão de treino consistiu em realizar o número máximo de repetições num total de seis exercícios.
No final das oito semanas do tempo do estudo, os homens do grupo tradicional registaram um aumento de 1,2kg de massa magra e os do grupo das tri-séries 1,5kg. Além disso, a redução de gordura corporal foi maior no grupo das tri-séries: menos 1,5% contra 1,1% do grupo tradicional [*1].
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Alcaraz, P. et al.Similarity in adaptations to high-resistance circuit vs. traditional strength training in resistance-trained men, The Journal of Strength & Conditioning Research 25(9):2519-27, Setembro 2011 (LINK)

O que é o CrossFit?

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O que é o CrossFit?



CrossFit é uma metodologia de treino que se baseia em movimentos funcionais, constantemente variados e de alta intensidade.
Explicando melhor cada um destes princípios:
Os movimentos são funcionais porque são um grupo de exercícios, na sua generalidade poliarticulares, que devido à sua mecânica preparam o nosso corpo para actividades realizadas no quotidiano. São movimentos naturais, que estão no nosso ADN. São essenciais para a nossa qualidade de vida. Movimentos como sentar, empurrar, correr, pegar em qualquer coisa do chão, etc.
São constantemente variados porque nesta metodologia não há esquemas de treino para 6 ou 12 semanas. Cada treino é um treino diferente. Só é repetido o mesmo treino após algum tempo com o intuito de comparar resultados e poder aferir assim a eficácia do treino. Desta forma, tenta-se expor o atleta a diferentes tipos de treino com diferentes exercícios e combinações, para que este fique preparado para qualquer desafio ou tarefa que lhe surja pela frente.
E são de alta intensidade porque só completando desafios com alta intensidade é possível provocar a maior adaptação possível no nosso corpo. Não quer dizer que seja imposto a cada atleta um resultado específico a atingir. O que é pedido é apenas que complete o desafio no menor tempo possível, com a maior carga possível ou com o maior número de repetições possível, consoante o objectivo do desafio. Deste modo, o mesmo desafio é intenso tanto para um atleta iniciado como um atleta avançado; a diferença será o resultado de cada um.
O que faz do CrossFit um desporto cada vez mais popular?
O CrossFit produz resultados. Recorre a uma metodologia que faz sentido, que responde às necessidades dos atletas que cada vez têm menos disponibilidade para treinos de duas horas com aparelhos sofisticados, que cada vez têm menor disposição para se fecharem num ginásio durante muito tempo e preferem o treino ao ar livre. No CrossFit os treinos podem ter entre 5 minutos ou 30 minutos, não são utilizadas máquinas (excepto o remo) e os treinos podem ser na sua totalidade ou em grande parte realizados no exterior.
Por quem deve ser praticado?
Este é um desporto que pode ser verdadeiramente praticado por toda a gente.
Um exemplo prático de um treino: completar no menor tempo possível a seguinte sequência: 1 km de remo; 30 levantamentos terra (com o peso corporal); 30 abdominais; 30 agachamentos; e 1 km de corrida. Muitos pensarão que há pessoas que não podem fazer o levantamento terra com o peso corporal, nem com qualquer tipo de peso; outros dirão que o levantamento terra é um exercício perigoso e que não deve ser feito por ninguém; outros ainda dirão que são demasiadas repetições ou que a distância é muita. Tudo isto teria sentido caso os exercícios não pudessem ser adaptados, quer na distância, quer no peso, quer nas repetições.
Quanto ao levantamento terra, é curioso que a maior parte das pessoas pegue nas suas compras do supermercado dobrando as costas, uma posição que não é correcta. O melhor será ensinar essas pessoas a realizar de forma segura o levantamento terra para que o possam usar no seu quotidiano.
Uma dona de casa pode fazer os mesmos exercícios que um atleta olímpico, desde que adapte as cargas, as repetições e as distâncias. Qualquer pessoa precisa de força para fazer um agachamento, de força para pegar em algo do chão e levá-lo acima da cabeça para colocar numa prateleira mais alta… Qualquer pessoa tem de caminhar e eventualmente correr.
Quais são os benefícios do CrossFit?
A prática do CrossFit promove melhorias nas dez características gerais da actividade física, que são: a resistência cardiovascular, a resistência muscular, a força, a flexibilidade, a potência, a velocidade, a coordenação, a precisão, a agilidade e o equilíbrio.
Para além disso, a parte emocional também sofre uma tremenda adaptação. Ao completar os desafios os praticantes tornam-se mais confiantes, determinados e habituados a vencer.

PROTEINAS

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Proteínas 

o que são as creatinas e proteinas
O consumo de proteína tem como resultado a formação de músculo e a queima de gordura. As dietas com teor elevado de proteínas e baixo de hidratos de carbono conduzem ao emagrecimento devido a uma maior perda de gordura corporal e a uma perda reduzida de massa magra corporal.
O consumo de proteína tem vários efeitos positivos, como o apoio a um crescimento saudável, o reparo de células e tecidos danificados, a síntese de hormonas e o bom funcionamento do metabolismo.
A fonte tida como mais completa de proteína é a carne animal, onde se encontram os aminoácidos essenciais.
Estudos científicos demonstram que o consumo de proteína imediatamente antes e após o treino aumenta a massa muscular magra, as reservas de glicogênio e o índice de queima de gordura.

Que efeitos cardíacos tem a prática de sexo?

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Que efeitos cardíacos tem a prática de sexo?

A partir de um certo ponto da sua vida a maioria dos homens tem actividade sexual. À medida que envelhecem, começam a perguntar-se se o sexo é uma boa forma de exercício ou demasiado esgotante para o coração. Estas questões podem parecer corriqueiras, mas são até bastante importantes – e têm agora sólidas respostas científicas.
Passadeira versus colchão
Para avaliar os efeitos cardiovasculares da actividade sexual, investigadores monitorizaram voluntários enquanto faziam exercício numa passadeira no laboratório e durante actividade sexual privada em casa. Juntamente com 13 mulheres os voluntários incluíram 19 homens com uma idade média de 55 anos. Cerca de 3/4 dos homens eram casados e perto de 70% tinha uma qualquer forma de doença cardiovascular; 53% tomavam bloqueadores beta. Apesar do seu historial cardíaco os homens referiam exercitar-se umas quatro vezes por semana e ter relações sexuais seis vezes por mês em média [*1].
Os investigadores monitorizaram os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea ao longo de exercícios normais de passadeira e durante a “habitual” actividade sexual com o(a) companheiro(a) em casa. Todos os actos sexuais terminaram com penetração vaginal e orgasmo masculino.
Talvez desapontante é o resultado de que o exercício de passadeira se revelou mais esgotante. Ao longo da prática sexual, os homens aumentaram o seu batimento cardíaco apenas 72% do que aumentaram na passadeira, e a pressão sanguínea média durante o sexo foi apenas 80% da obtida no exercício de passadeira. Numa escala de 1 a 5, com 5 como o valor mais alto, os homens avaliaram a passadeira como 4,6 e o sexo como 2,7. O sexo foi ainda menos intenso para as mulheres em termos de batimento cardíaco, pressão sanguínea e intensidade de esforço percebida.
Sexo como exercício
Os homens parecem consumir mais energia a pensar e falar de sexo do que no acto em si. Durante o acto sexual, o batimento cardíaco do homem raramente excede os 130 batimentos por minuto, e a sua pressão sanguínea sistémica (o mais alto valor, de quando o coração está a bombear sangue) quase sempre fica abaixo dos 170. De uma forma geral, a actividade sexual média é moderada em termos de intensidade de exercício.
No que respeita ao consumo de oxigénio, não vai além de 3,5 METS (equivalentes metabólicos), o que é praticamente o mesmo que dançar foxtrot, varrer folhas ou jogar pingue-pongue. O sexo queima cerca de cinco calorias por minuto, o que é quatro vezes mais do que o homem consome enquanto vê televisão, mas é praticamente o mesmo que caminhar num jogo de golfe. Se um homem consegue subir dois ou três lanços de escadas sem dificuldade, ele estará em boa forma para fazer sexo.
Sexo como sexo
Varrer folhas pode aumentar o consumo de oxigénio do homem, mas provavelmente não fará o seu “motor” ligar. O sexo é, claro, diferente, e a excitação e o stress podem bem bombear adrenalina extra. A excitação mental e o exercício físico aumentam os níveis de adrenalina e podem desencadear ataques cardíacos e arritmias, anormalidades do ritmo de bombeamento do coração. Pode o sexo fazer o mesmo? Em teoria pode. Mas na prática, é realmente muito incomum pelo menos durante o sexo convencional com um parceiro familiar.
Estudos cautelosos demonstram que um em cada 100 ataques cardíacos está relacionado com a actividade sexual, e para arritmias fatais o rácio é de apenas um em 200. Noutros termos, para um homem saudável com 50 anos, o risco de ter um ataque cardíaco numa qualquer hora é de um em um milhão; o sexo duplica esse risco, mas para apenas dois em um milhão. Para homens com problemas de coração o risco é 10 vezes superior – mas mesmo para eles, a probabilidade de sofrer um ataque cardíaco durante o sexo é de apenas 20 em um milhão. Estas são probabilidades bastante positivas…
Sexo seguro
O sexo é uma parte normal da vida humana. Para todos os homens, quer tenham doenças cardíacas ou não, a melhor forma de manter o sexo seguro é estarem em forma evitando o tabaco, exercitando-se regularmente, tendo uma boa dieta, mantendo-se magros e evitando demasiado (ou muito pouco) álcool. Naturalmente, os homens não devem iniciar a actividade sexual se não se sentem bem e homens que têm possíveis sintomas cardíacos durante o sexo devem interromper essa prática imediatamente.
Com estas orientações e precauções, o sexo é seguro para o coração – mas deveria ser seguro para o resto do corpo, também. Doenças sexualmente transmissíveis constituem um risco superior aos problemas cardíacos sexualmente induzidos. No que diz respeito ao sexo, os homens deveriam usar não só o coração mas também a cabeça.
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REFERÊNCIAS OU NOTAS:
[*1] – Palmeri, S. T. et alHeart Rate and Blood Pressure Response in Adult Men and Women During Exercise and Sexual Activity, The American Journal of Cardiology 100(12):pp. 1795-1801, Dezembro 2007 (LINK)

É preciso cuidado com o colesterol da gema do ovo?

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É preciso cuidado com o colesterol da gema do ovo?

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CURSO CULINARIO PORTO ALEGRE 6 DE MAIO DE 2012 WORKSHOP GASTRONOMICO 06\05\2012 DOMINGO

Publicado  terça-feira, 1 de maio de 2012



WORKSHOP GASTRONOMICO COM ABORDAGEM NUTRICIONAL PARA PRATICANTES DE ATIVIDADE FISICA E ATLETAS.
COZINHE SEM USAR MICROONDAS OU FOGAO EM 5MIN!!!
obs1. as receitas serão ainda mais praticas que no primeiro curso.
obs2. escolhemos um novo lugar com cozinha americana onde todas as receitas podem ser vistas e revistas passo a passo.
obs3. ao final do curso terão os alunos espaço de 1 hora adicional para discutir qualquer tema relacionado a esportes, culinaria, alimentos, hormonios, treinamento e afins.



jantar

Publicado  terça-feira, 24 de abril de 2012


workshop

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Cientistas identificam genes associados à obesidade infantil....

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Cientistas identificam genes associados à obesidade infantil....


Cientistas identificaram pelo menos duas novas variantes genéticas que aumentam o risco de obesidade na infância.

"Este é o maior estudo já realizado com todo o genoma sobre a obesidade infantil comum, em contraste com estudos anteriores, que se concentraram em formas mais extremas de obesidade, principalmente relacionadas com síndromes raras", disse Struan Grant, do Hospital Infantil da Filadélfia (EUA).

"Como consequência, nós definitivamente identificamos e caracterizamos uma predisposição genética para a obesidade infantil comum," reforça ele.

O estudo, realizado por um grupo internacional de colaboradores, o Early Growth Genetics Consortium (EGG), foi publicado hoje na revista Nature Genetics.

Alimentos, sedentarismo e genes

Pesquisas indicam que adolescentes obesos tendem a ter maior risco de mortalidade quando adultos, além de resistência à insulina e maiores riscos de doenças crônicas.

Embora fatores ambientais, tais como escolhas alimentares, sedentarismo e pouco sono, sejam considerados os principais causadores da obesidade na infância, estudos com gêmeos e outros indícios de base familiar têm sugerido também um componente genético para a condição.

Hábitos alimentares são mais importantes que gene da obesidade
Estudos anteriores identificaram variantes genéticas que contribuem para a obesidade em adultos e em crianças com obesidade extrema, mas pouco se sabe sobre os genes envolvidos na obesidade infantil não relacionada a alguma doença.

Outros cientistas têm preferido seguir outras vias, afirmando que a obesidade está ligada à insulina, e não aos genes.

Este novo trabalho analisou estudos anteriores realizados na Europa, Austrália e Estados Unidos.

Funcionamento desconhecido

A meta-análise incluiu 14 estudos anteriores, abrangendo 5.530 casos de obesidade infantil e 8.300 participantes de controle, todos de ascendência europeia.

A equipe identificou dois novos locais suspeitos, um perto do gene OLFM4, no cromossomo 13, o outro dentro do gene HOXB5, no cromossomo 17.

Eles também encontraram indícios fortes para duas variantes de outros genes.

Nenhum desses genes havia sido previamente associado com a obesidade.

"O conhecimento biológico de três dos genes," acrescenta Grant, "aponta para um papel do intestino, apesar de que seu papel funcional preciso sobre a obesidade é atualmente desconhecido."

Fonte: Diário da Saúde

alimentos bons para o coracao

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1. Laranja
A laranja é rica em um tipo de fibra solúvel, a pectina. Essa fibra reduz a absorção do colesterol ingerido na dieta e diminui seu acumulo nas veias e artérias.
Também é boa fonte de potássio, mineral importante no controle da pressão arterial.

2. Couve
A couve é rica em antioxidantes, vitaminas A e E além de magnésio e fibras. Esses antioxidantes diminuem a oxidação da gordura e a formação de placas de colesterol. O magnésio melhora a elasticidade das artérias e consequentemente a circulação ajudando no controle da pressão arterial.

3. Alho
O alho tem potente ação no controle da pressão arterial. Pesquisas mostram que o alho inibe uma enzima chamada angiotensina que tem papel vasoconstrictor. Com essa enzima inibida os vasos são mais relaxados e o sangue circula melhor.
As cápsulas de óleo de alho também tem esse efeito.

4. Vinho tinto e Suco de uva
As uvas escuras são ricas em polifenois que melhoram a elasticidade dos vasos e ajudam e diminuir a formação de placas de colesterol. Estudos mostram que o consumo de 200ml ao dia tem relação inversa com doenças do coração.

5. Chocolate amargo ou cacau
O cacau é rico em flavonoides, antioxidantes que diminuem a formação de placas de colesterol ao mesmo tempo que melhoram a flexibilidade dos vasos. Assim seu consumo está relacionado a redução da pressão arterial e também a menor risco de infarto.
Use 30g do chocolate amargo ao dia ou use o cacau em pó em bebidas ou frutas.

6. Peixes de água marinha e profunda
O omega 3 presente no salmão, atum ou sardinha são fundamentais para a saúde cardiovascular. Esse tipo de gordura do bem diminui os níveis de triglicérides, aumenta os níveis de HDL e diminui o risco de arritmias. Além de ser anti-inflamatório.
Para os que não comem peixe a chia e a semente de linhaça são boas fontes de omega 3.

7. Lentilhas
Estudos relacionam o consumo de leguminosas, com destaque para a lentilha, e menor risco de doenças cardiovasculares. Isso devido ao alto teor de fibras, mas também de magnésio, potássio e ácido fólico nutrientes relacionados ao controle da pressão arterial.

8. Amêndoas
Amêndoas são fontes de gorduras insaturadas, um tipo de gordura que no fígado não é transformada em colesterol. Também tem fito-esteróis que diminuem a absorção do colesterol da dieta.
Inclua com opção de lanche da manhã ou da tarde.

9. Romã
Pesquisa feita em Israel mostrou que o consumo de suco de romã, devido aos seus antioxidantes não só controlou a formação de placas de colesterol, mas também reduziu o entupimento das artérias. A sugestão de consumo é de 250ml ao dia do suco.

A inclusão desses alimentos na dieta é um primeiro passo para um coração saudável, mas o restante da dieta também deve ser saudável – priorize cereais integrais, óleos vegetais a frio, frutas, verduras e legumes – e não se esqueça de outros bons hábitos como a prática regular de atividade física, não fumar e controlar o stress.

Fonte: Mundo Verde

Torta Integral de Banana

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Torta Integral de Banana


Rendimento: 12 porções
Ingredientes:
Ingredientes: 
Açúcar mascavo 220 g
Aveia grossa 100 g
Banana d’ água 12 unidades
Canela em pó 20 g
Farinha de arroz 100 g
Farinha integral 200 g
Iogurte natural 400 ml
Para polvilhar: 
Açúcar mascavo 70 g
Canela em pó 70 g
Para molhar a torta:
Leite integral 120 ml
Para untar a forma: 
spray pam de canola
Modo de Preparo:
1. Misturar todos os ingredientes secos.
2. Acrescente o iogurte formando uma farofa.
3. Cortar as bananas em rodelas.
4. Unte uma forma de aro removível, coloque uma camada da farofa, alternando
com as fatias de banana, açúcar e canela.
5. Terminar com as fatias de banana.
6. Polvilhar com o açúcar mascavo e a canela.
7. Levar ao forno a 180ºC por 30 minutos.
8. Quando a torta estiver assada molhe com o leite.
9. Desenforme morna.

WORKSHOP DOMINGO 29.04.2012

Publicado  sexta-feira, 13 de abril de 2012


determinaçao

Publicado  terça-feira, 10 de abril de 2012

determinaçao

BARRINHA DE PROTEINA FEITA EM CASA COM BAIXO TEOR DE CARBOIDRATOS

Publicado  

BARRINHA DE PROTEINA FEITA EM CASA COM BAIXO TEOR DE CARBOIDRATOS

Publicado  terça-feira, 27 de março de 2012